Nascer


 

A mulher chega ao consultório e diz ao médico: 

- Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério.

Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente.

Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.

 E então o médico perguntou:

- Muito bem. E o quê a senhora quer que eu faça?

 A mulher, já esperançosa, respondeu:

- Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor.

 O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse a mulher:

- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema... E é menos perigoso para a senhora.

 A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

 E então ele completou: 

- Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.

Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.

 A mulher apavorou-se e disse:

- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!

 O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito.

Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO...

MOVIMENTO NACIONAL EM DEFESA DA VIDA
BRASIL SEM ABORTO
 


Escrito por Nascer às 13h30
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Tamar-Matar: o debate

Há tempos atrás, Dr. Cicero Harada , Procurador do Estado de São Paulo escreveu um artigo demonstrando o absurdo de que, no Brasil, a destruição de ovos de tartaruga é crime inafiançável enquanto que há muita gente que quer que a destruição de bebês ainda no ventre de suas mães sejam permitido.


Este artigo de Dr. Harada causou frisson no meio feminista. Heleieth Saffioti, bam-bam-bam feminista, subiu nas tamancas e lançou também um artigo respondendo ao procurador. Só que deu com os burros n´água, esquivando-se completamente de contra-argumentar.


Bem... A história é interessantíssima e vale a pena mostrá-la, tendo outros desdobramentos.


Para não deixar isto cair no esquecimento, produzi uma página na qual há todo o histórico do debate, além de inúmeras outras informações.


Creio que vale a pena se inteirar do assunto. Principalmente porque é demonstrada a completa falta de argumentos dos favoráveis ao aborto. Isto é tão dramático que a apelação rasteira tornou-se a tônica dos pró-aborto, como ficou exaustivamente demonstrado.


Quem tiver curiosidade, é só acessar o site "Tamar-Matar: o debate".



Escrito por Nascer às 14h06
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