Nascer


 

A mulher chega ao consultório e diz ao médico: 

- Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério.

Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente.

Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.

 E então o médico perguntou:

- Muito bem. E o quê a senhora quer que eu faça?

 A mulher, já esperançosa, respondeu:

- Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor.

 O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse a mulher:

- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema... E é menos perigoso para a senhora.

 A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

 E então ele completou: 

- Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.

Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.

 A mulher apavorou-se e disse:

- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!

 O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito.

Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO...

MOVIMENTO NACIONAL EM DEFESA DA VIDA
BRASIL SEM ABORTO
 


Escrito por Nascer às 13h30
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Tamar-Matar: o debate

Há tempos atrás, Dr. Cicero Harada , Procurador do Estado de São Paulo escreveu um artigo demonstrando o absurdo de que, no Brasil, a destruição de ovos de tartaruga é crime inafiançável enquanto que há muita gente que quer que a destruição de bebês ainda no ventre de suas mães sejam permitido.


Este artigo de Dr. Harada causou frisson no meio feminista. Heleieth Saffioti, bam-bam-bam feminista, subiu nas tamancas e lançou também um artigo respondendo ao procurador. Só que deu com os burros n´água, esquivando-se completamente de contra-argumentar.


Bem... A história é interessantíssima e vale a pena mostrá-la, tendo outros desdobramentos.


Para não deixar isto cair no esquecimento, produzi uma página na qual há todo o histórico do debate, além de inúmeras outras informações.


Creio que vale a pena se inteirar do assunto. Principalmente porque é demonstrada a completa falta de argumentos dos favoráveis ao aborto. Isto é tão dramático que a apelação rasteira tornou-se a tônica dos pró-aborto, como ficou exaustivamente demonstrado.


Quem tiver curiosidade, é só acessar o site "Tamar-Matar: o debate".



Escrito por Nascer às 14h06
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Uma história repugnante

 

CARLOS HEITOR CONY

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1104200842.htm 

 

Trabalho jornalístico fala sobre o último elo de uma cadeia: o destino final dos fetos

 

DOIS JORNALISTAS ingleses, Michel Litchfield e Susan Kentish, fizeram há tempos uma ampla pesquisa sobre a indústria do aborto em Londres. O resultado foi um livro que causou espanto e merece, ao menos, uma reflexão de todos os que se preocupam com o assunto. "Babies for Burning" (bebês para queimar, editado pela Serpentine Press, de Londres) não é um ensaio sobre o aborto, mas um trabalho jornalístico sobre o último elo de uma cadeia: o destino final dos fetos que anualmente são retirados de ventres que não desejam ou não podem ter filhos ou "aquele filho".

No caso da Inglaterra, já existe uma lei, o "Abortion Act", de 1967, que permite a interrupção do processo de gravidez pela eliminação mecânica.

Os autores souberam, por meio de informações esparsas, que a indústria do aborto, como qualquer indústria moderna, tinha uma linha de subprodutos: a venda de fetos humanos para as fábricas de cosméticos. Durante a Segunda Guerra, os nazistas também exploraram esse ramo do negócio: matavam judeus aos milhões e aproveitavam a pele e a escassa gordura das vítimas para uma linha de subprodutos que iam de bolsas feitas de pele humana a sabões que lavavam os uniformes do Exército do 3º Reich.
Os ingleses não chegam a ser famosos pelas bolsas que fabricam, mas pelo chá e pelos sabonetes - os melhores do mundo.

Um "english soap" sempre me causou pasmo pela maciez, a consistência da espuma, a sensação de limpeza que dá a pele. Não podia suspeitar que tanto requinte pudesse ter -em alguns deles- as proteínas que só se encontram na carne -e carne humana por sinal. Desde que li o livro, cortei drasticamente dos meus hábitos de higiene o uso dos bons e estimulantes sabonetes ingleses. Aderi ao sabão de coco, honestamente subdesenvolvido, com cheiro de praia do Nordeste e eficácia múltipla, na cozinha ou no toucador.
Contam os jornalistas: "Quando nos encontramos em seu consultório, o ginecologista pediu à sua secretária que saísse da sala. Sentou-se ao lado de Litchfield, o que melhorou a gravação, pois o microfone estava dentro da sua maleta. O médico mostrou uma carta:

- "Este é um aviso do Ministério da Saúde", disse, com cara de enfado. "As autoridades obrigam a incineração dos fetos... não devemos vendê-los para nada... nem mesmo para a pesquisa cientifica... Este é o problema..."

- "Mas eu sei que o senhor vende fetos para uma fábrica de cosméticos e... e estou interessado em fazer uma oferta... também quero comprá-los para a minha indústria..."

- "Eu quero colaborar com o senhor, mas há problemas... Temos de observar a lei... As pessoas que moram nas vizinhanças estão se queixando do cheiro de carne humana queimada que sai do nosso incinerador. Dizem que cheira como um campo de extermínio nazista durante a guerra."

E continuou: "Oficialmente, não sei o que se passa com os fetos. Eles são preparados para serem incinerados e depois desaparecem. Não sei o que acontece com eles. Desaparecem. É tudo."

- "Por quanto o senhor está vendendo?"

- "Bem, tenho bebês muito grandes. É uma pena jogá-los no incinerador. Há uso melhor para eles. Fazemos muitos abortos tardios, somos especialistas nisso. Faço abortos que outros médicos não fazem. Fetos de sete meses. A lei estipula que o aborto pode ser feito quando o feto tem até 28 semanas. É o limite legal. Se a mãe está pronta para correr o risco, eu estou pronto para fazer a curetagem. Muitos dos bebês que tiro já estão totalmente formados e vivem um pouco antes de serem mortos.
Houve uma manhã em que havia quatro deles, um ao lado do outro, chorando como desesperados. Era uma pena jogá-los no incinerador porque tinham muita gordura que poderia ser comercializada. Se tivessem sido colocadas numa incubadeira poderiam sobreviver mas isso aqui não é berçário.

Não sou uma pessoa cruel, mas realista. Sou pago para livrar uma mulher de um bebê indesejado e não estaria desempenhando meu oficio se deixasse um bebê viver. E eles vivem, apesar disso, meia hora depois da curetagem. Tenho tido problemas com as enfermeiras, algumas desmaiam nos primeiros dias. "



Escrito por Nascer às 18h33
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Dia 29 de março, o povo 
deu um presente ao Brasil!


Você e o Comitê Estadual do Movimento Nacional em Defesa da
Vida - Brasil sem Aborto
   demos um presente à democracia!


                                                                                                                                   
Praça da Sé / SP          

         
                                                                                                                                                        
Praça da Sé / SP

Juristas, artistas, religiosos, cientistas, de diversas organizações e representantes de diferentes partidos políticos estiveram juntos no 2º Ato Público em Defesa da Vida 15 mil pessoas, na Praça da Sé, para gritar NÃO a um projeto de lei que, se aprovado, pode permitir que abortos neste país sejam feitos até o nono mês de gravidez.

Nosso grito de alerta já ecoa por todo o Brasil.

É assim que estamos ajudando a construir um país plural, fraterno
e digno para todos os brasileiros. Todos, sem nenhuma exceção.

Parabéns a nós, brasileiros, gente como você que tem a capacidade de
 se indignar e de se mobilizar para defender a vida do mais vulnerável:
O NENÊ NO VENTRE MATERNO


                                                      
Praça da Sé / SP


Fizeram pronunciamentos
neste 2º. Ato Público:

Advogada Dra. Marília de Castro, Coordenadora Estadual do Movimento
Nacional em Defesa da Vida , Brasil Sem Aborto,

Ex-Senadora Heloísa Helena,

Deputado Federal Luiz Bassuma, Presidente da Frente Parlamentar

em Defesa da Vida da Câmara Federal,

Dr. Rogério Amato, Secretário Estadual da Assistência e Desenvolvimento Social,

Deputado Federal Jorge Tadeu Mudalem, Relator do projeto de lei 1.135/91

Deputado Estadual Orlando Morando, Presidente da Frente Parlamentar

em Defesa da Vida contra o Aborto da Assembléia Legislativa de São Paulo,

Waldir Agnello, Vice-Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de SP,

Dom Nelson Westrupp, Presidente do Conselho Episcopal da CNBB,

Cesar Perri, da Federação Espírita Brasileira (FEB),  

Daltro Izídio dos Santos, Igreja Presbiteriana Independente,

Ariovaldo Ramos, Igreja Batista,

Sra. Sueli Periotto, Pedagoga e Educadora da LBV,

E mais:

Dr. Cícero Harada, Presidente da Comissão da Defesa da República e
Democracia da OAB-SP,

Jaime Ferreira Lopes, Coordenador do Movimento Nacional em Defesa
da Vida – Brasil Sem Aborto,

Dom Joaquim Justino Carrera, Representante do Cardeal Dom Odilo
Scherer, da Arquidiocese de São Paulo,

Dra. Marlene Nobre, Médica Ginecologista - Presidente da Associação
Internacional dos Médicos Espíritas,

Dra. Maria Odete Duque Bertasi, Presidente do Instituto dos Advogados
de São Paulo,

Preletora Zuleide Amato, Vice Presidente da Assoc. Pomba Branca de
Mulheres da Seicho-No-Ie,

Luiz Carlos Gonzaga, Presidente da REBRATES,

Sra. Edicléia Generosa da Silva, Pastora da Comunidade Missionária Evangélica,

Dra. Lílian Piñero, Biomédica, Phd em Biologia Molecular, Presidente do Instituto
de Pesquisa de Células Tronco,

Dra. Alice Teixeira, Professora Associada de Biofísica da UNIFESP/EPM na
área de Biologia Celular.

Mais os artistas: Silvio Brito, Allan Vilches, Paula Zamp, Rose Santiago e Juliana Bragança, Lucas Mattiuzzu, Padre Marcelo Rossi e Padre Antônio Maria.

          Praça da Sé / SP




Escrito por Nascer às 12h23
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LEIA E ASSINE ESTE MANIFESTO A FAVOR DA VIDA.

Para assinar, vá até o final deste manifesto.

 

 

MANIFESTO PELO RESPEITO À VIDA E DIGNIDADE DO SER HUMANO EM TODAS AS FASES DE SEU DESENVOLVIMENTO

 

 

Para: Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)

 

EMBRIÃO HUMANO: PESSOA OU COISA?


O Supremo Tribunal Federal decidirá a questão em 05 de março de 2008.

(julgamento da ADI 3510, contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos)

(assinaturas iniciam em 28 de fevereiro e terminam na véspera da sentença final)

Em março de 2005 foi publicada a Lei de Biossegurança (Lei 11.105 de 24 de março de 2005), que no art. 5°, permite a destruição de embriões humanos para serem usados em pesquisa. Trata-se de uma lei que regula o uso de organismos genticamente modificados, e o ser humano na fase embrionária foi nela misturado à soja e ao milho transgênicos.

No dia 30 de maio de 2005, o então Procurador Geral da República Dr. Cláudio Fontelles ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 3510 (ADI 3510) contra o art. 5° da Lei de Biossegurança (Lei n.º 11.105/05) que protege o direito à vida e indica a igualdade de todos perante a lei.

No dia 20 de abril de 2007, o Supremo Tribunal Federal, pela primeira vez na história, abriu suas portas para uma audiência pública. O objetivo era instruir os Ministros sobre "quando começa a vida humana". A discussão se dividiu entre os que afirmaram o óbvio (qualquer aluno da 7ª. Série sabe que a vida começa na concepção) e aqueles que tentaram negar o óbvio.

Nenhum dos oradores favoráveis à destruição de embriões ousou dizer que eles não eram indivíduos humanos. Quando muito, disseram que "não sabiam". De um modo geral, tentaram dizer que essa questão não tem importância, diante da perspectiva de cura de doenças degenerativas mediante o uso de células-tronco embrionárias.

Como, porém, estavam debatendo com cientistas pró-vida de alto gabarito, não puderam fazer no Supremo a propaganda enganosa que fizeram na Câmara e no Senado. Foram constrangidos a admitir que até hoje ninguém foi curado com transplante de células-tronco embrionárias, ao passo que a pesquisa com células-tronco adultas (que não requerem a destruição de embriões) tem tido grande sucesso terapêutico.

Não queremos que ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).

Queremos que a ciência respeite a vida do embrião humano, pois:

- o embrião é pessoa humana, tem dignidade e merece respeito.
- o embrião não pode ser manipulado, congelado ou destruído.
- o embrião não pode ser instrumentalizado para pesquisas ou terapias como se fosse mero material biológico.

Assinamos este manifesto em defesa da vida e da dignidade do ser humano, desde o seu primeiro momento na concepção até o seu termo natural.

 

Para assinar este manifesto, clique no link abaixo:

 

 http://www.petitiononline.com/vidasim/petition.html

 

 



Escrito por Nascer às 21h42
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AMIGOS!

 VAMOS JUNTOS À PRAÇA DA SÉ (SP) dizer:

 SIM À VIDA!

DIA 29 DE MARÇO DE 2008,

Cícero Harada

 

Vamos ao Ato Público!

 

Ato Público em Defesa da Vida

29 de março de 2008

Praça da Sé (SP)

 

 

Em defesa da vida, milhares de pessoas estarão reunidas, no dia 29 de março de 2008,  sábado, às 10 horas, na Praça da Sé,  cidade de São Paulo, pelo segundo ano consecutivo, em um grande ato de cidadania, suprapartidário, supra religioso, para reafirmar que a população brasileira, em sua esmagadora maioria, é contra a legalização do aborto no país. Continua tramitando no Congresso o projeto de lei 1135/91 que legaliza o aborto até o nono mês da gravidez. O Ato Público em Defesa da Vida é organizado pelo Comitê Estadual do Movimento Nacional em Defesa da Vida – Brasil sem Aborto, e contará com o apoio e participação de diversas entidades representativas da sociedade civil e lideranças religiosas.

 

Em 2007, mais de 11 mil pessoas estiveram na Praça da Sé para dizer Não a Descriminalização do Aborto e Sim a Favor da Vida. O ato ecoou por todo o país e se espalhou por diversas cidades, dando origem a manifestações, caminhadas e atos públicos semelhantes, culminando com a grande Marcha Nacional da Cidadania em Defesa da Vida – Contra a Legalização do Aborto, realizada em Brasília, com mais de 20 mil pessoas.  Pesquisas de diferentes institutos confirmam que a maioria da população é contra a legalização do aborto no Brasil. A última pesquisa divulgada pelo Datafolha, por exemplo, revelou que 87% dos entrevistados se posicionaram contra o aborto. Legalizar a prática é um desrespeito ao povo brasileiro e à Constituição Federal que garante o direito à vida desde a concepção.

 

Dentre as pessoas já confirmadas para o Ato Público de 2008 podemos citar: Luiz Bassuma, presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Vida da Câmara Federal; Dom Nelson Westrupp, presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1- CNBB; Nestor Masotti, presidente da Federação Espírita Brasileira,   Dra. Marilia de Castro , coordenadora do Comitê Estadual do Movimento Nacional em Defesa da Vida ;  Dr. Cícero Harada, presidente da Comissão da Defesa da República e Democracia da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo; Dra. Alice Teixeira, professora associada de Biofísica da UniFESP/EPM na área de Biologia celular; Jaime Ferreira Lopes, coordenador do Movimento Nacional em Defesa da Vida ; Dra. Marlene Nobre, médica;  Dr. Rogério Pinto Coelho Amato, Secretario Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social; Luiz Carlos Gonzaga - presidente da REBRAF.

 

O Ato Público em Defesa da Vida é fundamental para que opinião pública se posicione contra as propostas de descriminalização do aborto que tramitam no Congresso Nacional e uma forma de dar voz a quem não tem como se manifestar.  Entendem as  entidades que defendem a vida que cabe ao governo promover políticas públicas em defesa da maternidade, da paternidade responsável, da criança, do adolescente e da família e não trabalhar pela legalização aborto no país.



Escrito por Nascer às 06h46
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O ABORTO

 

(Mário Quintana)

O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato.

É um roubo...

Nem pode haver roubo maior.

Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o

universo, tudo. O aborto é o roubo infinito". 

 

 



Escrito por Nascer às 22h24
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http://portal.portugalmistico.com/content/view/21/36/

NATAL

Esta imagem não  combina com o aborto

 



Escrito por Nascer às 12h08
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Estudo revela que aborto é principal causador do câncer de mama

 

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=11487

 

WASHINGTON DC, 08 Out. 07 / 12:00 am (ACI).- O Journal of American Physicians and Surgeons (Revista de Médicos e Cirurgiões dos Estados Unidos) publicou um estudo intitulado "A Epidemia do Câncer de Mama" onde se demonstra que o aborto "é o principal causador do câncer de mama".

 

A investigação realizada por Patrick Carroll of PAPRI em Londres revelou que em países com altos índices de aborto, como a Inglaterra e Gales, pode-se esperar uma alta incidência no câncer de mama. Contudo, aonde a taxa de abortos é baixa (como a Irlanda do Norte e a República da Irlanda) espera-se um baixo incremento. Do mesmo modo, onde os abortos estão diminuindo (Finlândia e Dinamarca), antecipa-se uma baixa também no câncer de mama.

 

Em quatro países -Inglaterra e Gales, Escócia, Finlândia e Dinamarca- também aparece uma gradiente social em que as mulheres de classe alta tendem a sofrer mais deste câncer que as mulheres de classe baixa. Isto se explica, segundo o estudo, em que as mulheres que procuram uma melhor educação e ter melhores carreiras com freqüência se casam e têm filhos mais tarde. O estudo também precisa que o aborto antes do nascimento do primeiro filho é altamente cancerígeno.

 

Karen Malec, Presidente da Coalition Abortion/Breast Cancer (Coalizão do Câncer Aborto/Mama) comentou o estudo e indicou que "já é tempo dos cientistas admitirem publicamente o que privadamente já sabem entre eles: que o aborto incrementa os riscos de contrair câncer de mama. Também é tempo para que detenham as investigações tergiversadas para proteger os estabelecimentos médicos de julgamentos maciços contra as práticas médicas".

 

Para ver o estudo, em inglês, acesse:

 

http://www.jpands.org/vol12no3/carroll.pdf

 



Escrito por Nascer às 20h56
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ABORTO: A PASSEATA QUE A MÍDIA NÃO VIU

 


A imprensa brasileira "não viu" a passeata anti-aborto. Enquanto isso, as manifestações pró-gay têm ampla cobertura da imprensa e apoio de ONGs milionárias, além do patrocínio de empresas e órgãos públicos.
 


Escrito por Nascer às 10h51
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Testemunho de uma abortada

 

Giana Jessen ,sobrevivente de um aborto 

Se o aborto é um direito das mulheres quais são os meus direitos ?

 

Não existiam protestos feministas a protestar contra o facto dos meus direitos estarem a ser violados no dia em que a minha mãe me abortou

 

/........./

 

A minha Mãe biologica hà 28 anos atrás estava convencida de que tinha direito a escolher , de que tinha direito a uma escolha que só a afectaria a ela.

Porém em cada dia da minha vida eu carrego as consequencias da sua escolha.

 

A minha mãe biológica estava grávida de sete meses e meio quando decidiu abortar-me.

Não sei porque é que ela tomou essa decisão.Estavamos em 1977.

Ela e o meu Pai biológico tinham 17 anos na altura e não estavam casados.

Ela decidiu abortar numa clinica de Los Angeles e realizou um aborto salino.

Uma solução com sal é injectada no ventre materno e o bébé bebe-a e ficando queimado por dentro e por fora.

Nesse tipo de aborto o bébé é expelido morto em 24 horas mas eu sobrevivi.

 

O Aborcionista não estava de serviço quando eu vim ao mundo porque se isso tivesse acontecido ele tinha-me estrangulado, algo que era considerado perfeitamente legal até 2002.

/..../

A unica pessoa preocupada comigo foi a enfermeira . Ela chamou uma ambulância e fui transportada para o hospital.

Fui colocada numa incubadora. Não se esperava que eu sobrevivesse.

Porém sobrevivi.

Devido a ter estado 18 horas sem hoxigénio sendo queimada viva no ventre da minha mãe fiquei com problemas .

Não me conseguia mover por mim mesma e os medicos afirmavam que eu iria viver num estado vegetativo o resto da vida.

A minha mãe adoptiva- Penny - decidiu que não obstante aquilo que os médicos afirmavam ela tentaria recuperar-me.

 

Com 3 anos e meio comecei a conseguir andar. Foi quando a filha de Penny me adoptou.

Continua >>>



Escrito por Nascer às 12h30
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>>> Continuação

Tenho 28 anos e trabalho como musica em Nashville, Tennesse.

Ainda coxeio e por vezes caio mas já participei numa maratona e irei participar para o ano numa maratona, em londres , para jovens deficientes.

 

A minha mãe adoptiva falou-me do meu passado.

 

Sempre senti que havia algo que faltava contar.Perguntava-lhe muitas vezes porque tinha problemas e ela respondia-me que eu havia nascido prematura.

 

Aos 12 anos perguntei-lhe de novo e ela disse-me o que havia acontecido.

Eu respondi que tinha este problema devido a um facto interessante.

A minha mãe adoptiva disse-me que eu em vez de ficar amargurada deveria alegrar-me por ter sobrevivido.

 

Quando eu tinha 17 anos a minha mãe adoptiva encontrou-se com a minha mãe biológica e disse-lhe que eu a perdoava.

Sou cristã. Acredito que a revolta nos pode consumir a vida.

 

A minha mãe adoptiva amou-me tanto que eu não sinto necessidade de me encontrar com a minha mãe biológica.

 

Não sei muito do que se passou no encontro entre elas. Só sei que a minha mãe biológica não pediu perdão e fez outro aborto depois do meu.

Comecei a falar contra o aborto quando tinha 14 anos e na terça Feira falarei na camara dos comuns.

Eu penso que é importante mostrar o que aconteceu comigo não só para mostrar a verdade do aborto mas também para mostrar as potencialidades que cada um de nós tem dentro de si.

 

Não creio que o assassinio seja um direito . Sou completamente contra o aborto, seja em que circunstancia fôr mesmo em casos de violação.

Embora a violação seja um crime horroroso não deve ser a criança a pagar por esse crime.

De facto encontrei-me com pessoas produto de violações e elas estão gratas por estar vivas.

Se o aborto é um direito das mulheres quais são os meus direitos?

 Não existiam protestos feministas contra o facto dos meus direitos estarem a ser violados no dia em que fui queimada viva.

Todos os dias agradeço a Deus.

Não me considero um monte de celulas nem nenhum dos nomes que se costumam dar ao que a mulher carrega no seu ventre.

/..../

Hoje um bébé é um bébé quando isso convém.

Mas quando não convém , quando não chega no momento certo é chamado de um monte de celulas.

Um bébé é chamado de Bébé quando um aborto não provocado ocorre aos 2 , 3 ou 4 meses.

Um bébé é chamado de monte de celulas quando um aborto ocorre aos 2, 3 , ou 4 meses.

Eu não vejo diferença entre os 2.

Acredito que sou prova viva de que o aborto é o assassinio de um ser humano.

A minha Mãe biologica hà 28 anos atras estava convencida de que tinha direito a escolher , de que tinha direito a uma escolha que só a afectaria a ela.

Porém em cada dia da minha vida eu carrego as consequencias da sua escolha.

Embora eu nada tenha contra ela acho importante as pessoas reflectirem antes de tomarem determinadas decisões.

 



Escrito por Nascer às 12h25
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TEMPO CERTO PARA NASCER

Fernando Passos*

 

Emocionei-me ontem com a cena da neném achada em uma mata no Sul, enrolada no cordão umbilical, sob intensos frio e chuva. Bombeiros a levaram ao hospital, onde ela recebeu tratamentos de princesa, sendo batizada pelas enfermeiras com o nome Vitória. Mas o mais emocionante ainda estava por vir: as dezenas de pessoas que esperam por um filho através da adoção a correrem para o hospital a levar carinho e amor à Vitória.

 

Casei-me muito jovem. Com 23 anos eu e Rosângela tínhamos muitos planos. Ela dentista e eu advogado recém formados, sem casa própria e com um fusquinha na garagem tínhamos os sonhos de constituir família e vencer na vida. Dizia eu a ela: devemos esperar alguns anos pelos filhos. Deu tudo “errado”. Com menos de três anos já haviam nascido as nossas duas amadas filhas. “Deu tudo errado?”

 

Qual o tempo certo para nascer? Há casais tão felizes com filhos no início, no meio ou a qualquer tempo do casamento. O tempo certo para nascer é aquele determinado por Deus ou mesmo o tempo determinado por nós mesmos diante de nossos atos, para quem nele não acredita. A gravidez é sem dúvida a essência primeira da vida, o novo ser humano que brota dentro de nós mesmos, gerados como fomos gerados é o nosso próprio renascimento que ali ocorre. Filho não é e não pode ser considerado estorvo, inconveniente, ou atraso em planos de vida; a vida nova que nasce transcende nosso próprio ideal. Filho é para ser amado e se assim é ensinado saberá amar também. Em minha vida de amizades, ou mesmo profissional, já consegui evitar que algumas pessoas desesperadas praticassem o aborto. São depoimentos emocionantes em tempos posteriores de alegria, amor e agradecimento pelo conselho válido. Os traumas causados por aqueles que praticaram o aborto é muito maior do que aqueles que sofreram lesões pela prática do crime. Isso é saúde pública real.

 

Não há nada de religioso em proteger políticas públicas de proteção à vida desde a concepção. Isso é função do Estado laico: criminalizar qualquer tentativa contra a vida, da concepção ao seu declínio natural.

 

Aquele que pratica suicídio, quando frustrado o seu intento, também nos traz inúmeros problemas; são milhões de pessoas atendidas em hospitais com graves lesões pelo fato de não terem conseguido se matar. É um grave problema de saúde pública. Oficializaremos então ajuda para que se matem? Os médicos estarão autorizados a auxiliarem o suicida? É a mesma lógica do aborto, e neste a pessoa não opta! É prática criminosa, que jamais poderá ser oficializada por qualquer estado laico e, quando qualquer mãe desavisada o praticar, deveremos prestar-lhe assistência como o fazemos com o suicida, com a tentativa de homicídio, assim por diante.

 

Agradeço todos os dias ter “dado tudo errado” comigo, pois assim posso amar por mais tempo minhas filhas, convivendo mais do que eu planejava com as minhas crias, vivenciando mais emoções, mais sofrimentos e, acima de tudo, crescendo juntos e contribuindo com o florescer destas lindas vidas.

  

*Advogado e Professor da Uniara.

 



Escrito por Nascer às 17h54
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SOMOS, DESDE A CONCEPÇÃO

 

Ogeni Luiz Dal Cin*

 

A razão natural afirma que todos os seres contingentes desenvolvem-se a partir de suas próprias virtudes ontológicas internas. Contraria a razão o ter de aceitar que um ser se transforma noutro, de natureza ontológica diversa, durante seu próprio desenvolvimento intrínseco. No entanto, essa é a “lógica” do canhestro pensamento dos agentes do aborto de todos os matizes. Ousam chamar a esse ato de morte de um novo direito: o direito de matar.

 

Os agentes do aborto dizem acreditar, porque lhes falecem as forças da ciência empírica diante da questão do começo da vida humana, que não éramos “nada” de humanos, desde a concepção até um tempo incerto, a ser determinado. O problema que suscitam é o de definir cientificamente e com categoria, com seriedade e honestidade intelectual, quando começamos a ser humanos e o que éramos antes de sermos humanos. Os “achismos” cientificistas e as conseqüências da crise ética e axiológica que atravessamos não podem, jamais, ser aceitos como razões para matar pelo aborto, pois isso fere a própria razão do homo sapiens. Afinal, antes de sermos humanos, éramos o quê? – Adubo para o acaso produzir a vida? Lixo “humano” para ser jogado fora? Um ser indefinido, em estado indefinido, entre o puramente animal e o início do humano? É um material ainda não trabalhado pelo acaso que lhe daria uma vida humana? O que éramos entre a concepção e o momento em que nos transformamos em humanos? – Com a palavra os “abortistas”.

 

Para justificar o aborto, seus defensores precisam provar que aquele ser ainda não era humano e que era um parasita do corpo da mãe. Já quanto ao primeiro argumento, os próprios “abortistas” chutam vários tempos, confessam que não sabem o tempo verdadeiro, e, por isso, não são unânimes, discutindo dias, semanas e meses, sem qualquer certeza da linha divisória entre o humano e o não-humano. Os donos da verdade não encontram sua própria verdade e não cedem, diante do princípio universal da consciência humana, o direito da dúvida à vida.

 

O tempo para o início da vida torna-se variável, de acordo com os interesses casuísticos do momento, sendo, por isso, convencionado arbitrariamente, mas tendo sempre, como ponto de partida, a fecundação.

 

Continua:



Escrito por Nascer às 13h24
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Continuação:

 

Pretende-se, por essa via, diluir o qualitativo do humano no tamanho do ser corpóreo, fugindo do fundamento ontológico da vida humana. Assim, todas as posições filosóficas e teológicas são amornadas, relativizadas, “castradas”, empurradas para  o mundo individual e subjetivo, perdendo a força de suporte para os ordenamentos dessa sociedade. E o aborto é a decorrência dessa lógica.

 

A observação racional da realidade, feita por Aristóteles, que colheu também as informações do seu passado, ordenou e sistematizou, há mais de 2.300 anos, à luz natural da razão, os fundamentos da filosofia propriamente dita, que não pode ser desprezada por aventureiros do pensamento. Essa postura perpassa a história, recebendo, por volta de 1.200 d. C., a incomparável contribuição de Santo Tomás de Aquino, chegando, todo esse patrimônio espiritual, incólume, até nossos dias.

 

Refiro-me aos princípios de ato e potência, constitutivos de todo ser. Ato é a parte atualizada do ser, desenvolvida, pronta, aperfeiçoada, que atingiria sua plenitude. Mas, a plenitude do ser é transformar em ato puro toda a sua potência, o que não acontece com os seres finitos. Potência é a parte do ser que já é em si, mas ainda não se atualizou, porque dependente de tempo, circunstâncias, motivações, maturidade, esforço, vontade. Essencialmente, a potência não será, uma vez que já é. Em nenhum momento da vida, desde a fecundação até a morte natural, o ser humano passa a ser totalmente ato. Em momento algum o ser humano pode ser reduzido exclusivamente a se tornar só ato ou só potência. As características indeléveis de cada ser humano estão dadas em potência, na fecundação. Potência, significando a própria estrutura do ser, sendo já aquilo que se revelará ser mais tarde.

 

Quem ainda não existe, também não é potência. Não começamos a ser mais tarde, por alguma alquimia qualquer, nem por vontade de alguns que crêem apenas na ciência empírica e a ela tudo reduzem. Desde o início na concepção e até o fim da vida, seremos ato e potência, no todo, sempre um e único ser humano, idêntico a si mesmo.

 

Quem ama a vida humana não quer que ela morra. Quem não ama a vida, seleciona os que devem morrer antes de nascer. Se Moisés tivesse sido abortado, segundo as leis egípcias de então, os judeus estariam, quiçá, esperando ainda a passagem do mar Vermelho, a sua nova Páscoa, e a liberdade.

 

* O autor é advogado e filósofo 

 



Escrito por Nascer às 13h23
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